O Pãozinho Redondo

  • 5-6 min de leitura
  • 12 páginas

O Pãozinho Redondo, conto popular ucraniano para ler para as crianças. Um pão foge da janela e canta a sua canção para todo mundo que encontra.

Era uma vez um vovô e uma vovó.

Era uma vez um vovô e uma vovó. Viviam havia muito tempo e com pouca coisa: uma casa, um forno, uma horta e um único caminho até o poço. Um dia o vovô disse: — Vovó, faça para mim um pãozinho redondo.

— E com o que eu faço?

— E com o que eu faço? — diz a vovó. — Não temos farinha. — Varra a arca — diz o vovô. — Varra os cantos, raspe o fundo. Alguma coisa sai. A vovó varreu, raspou, e juntou de verdade dois punhados.

A vovó amassou a massa com nata, foi arredondando entre as mãos até ficar redondo e quente, e pôs no forno.

A vovó amassou a massa com nata, foi arredondando entre as mãos até ficar redondo e quente, e pôs no forno. Quando o pãozinho ficou pronto, ela o deixou na janela para esfriar.

O pãozinho ficou na janela esfriando.

O pãozinho ficou na janela esfriando. No começo era agradável. Depois ficou sem graça. Depois ele olhou para baixo, para a trilha, e a trilha ia para a floresta. E então o pãozinho rolou: da janela para o banco, do banco para o chão, do chão para a porta e para a rua.

Rola o pãozinho pela trilha, e de frente aparece uma lebre.

Rola o pãozinho pela trilha, e de frente aparece uma lebre. — Pãozinho, pãozinho, eu vou te comer! — Não me coma, lebrezinha, é melhor eu te cantar uma canção. — E cantou: «Me varreram da arca, me amassaram com nata, me puseram no forno, e da janela eu rolei».

A lebre escutava com uma orelha inclinada, porque a outra nunca ficava reta.

A lebre escutava com uma orelha inclinada, porque a outra nunca ficava reta. E enquanto ela escutava, o pãozinho foi rolando e rolando, e quando a lebre quis se dar conta, na trilha já não havia ninguém.

Continue lendo no aplicativo

A segunda metade da história, com ilustrações e sem internet.

Testar de graça

Aponte a câmera para abrir no celular

Fonte do texto: Conto popular ucraniano, em domínio público. O texto foi escrito de novo para o Marytale — não é a reimpressão da tradução de ninguém.

Mais histórias