Histórias de Natal

Histórias de Natal para ler em dezembro: «O Quebra-Nozes e o Rei dos Ratos» inteiro, uma árvore enfeitada pelos bichos e um Papai Noel atrasado.

10 histórias

As histórias de Natal desta seção são para ler em voz alta em dezembro, uma por noite. Não são histórias sobre presentes, e sim sobre o que acontece em volta dos presentes — a espera, a casa cheia, quem ainda não chegou —, que costuma ser o que fica na memória depois.

A maior delas é «O Quebra-Nozes e o Rei dos Ratos», de Hoffmann, inteira: sete cabeças, um chinelo atirado no meio da sala e um reino de açúcar do outro lado do armário. Ao lado dela estão um pinheirinho torto que ninguém queria e acaba sendo a árvore que todos os bichos enfeitam, e a noite em que o Papai Noel se atrasou um dia inteiro e foi pedir desculpa na porta.

Vale dizer de onde elas vêm: são histórias de um Natal de inverno, com neve na janela e floresta gelada. Aqui dezembro é verão, e isso não atrapalha — a criança brasileira já conhece essa neve das decorações e dos filmes, e numa história ela funciona como funciona um castelo ou um dragão. A ceia, a espera e a casa cheia, essas são as mesmas.

Perguntas frequentes

Quando se leem estas histórias?
Em dezembro inteiro, uma por noite. Não são só para a noite de Natal: a maioria se passa nos dias de antes, enquanto se espera.
A partir de que idade?
A partir dos quatro anos. «O Quebra-Nozes», que tem batalha e um rei de sete cabeças, está marcado a partir dos seis.
Falam de religião?
Não. Falam da festa como a criança vive: a árvore, a ceia, a casa cheia e quem falta na mesa.

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