Rubi e o sininho da noite de Natal

  • 6-7 min de leitura
  • 9 páginas

Numa aldeia coberta de neve, onde o Natal era a época mais mágica do ano, vivia um pequeno cervo chamado Rubi que sonhava de todo o coração em fazer parte da equipe do Papai Noel. Numa gélida véspera de Natal, o destino lhe deu a chance de sua vida, e Rubi levantou voo para uma jornada que mudaria tudo. Uma história terna sobre coragem, bondade e a verdadeira magia do Natal, que nos lembra que, com um coração decidido e um pouquinho de fé em si mesmo, até os sonhos mais altos podem se realizar.

Numa aconchegante aldeia escondida entre colinas nevadas e altos pinheiros que sussurravam ao vento, o Natal era a época mais…

Numa aconchegante aldeia escondida entre colinas nevadas e altos pinheiros que sussurravam ao vento, o Natal era a época mais mágica do ano inteiro. Os vizinhos enfeitavam suas casas com luzinhas cintilantes, e o ar ficava quentinho com o cheiro de biscoitos recém-assados.

Naquela aldeia vivia um pequeno cervo chamado Rubi, que desejava de todo o coração que um dia — um único dia — pudesse se…

Naquela aldeia vivia um pequeno cervo chamado Rubi, que desejava de todo o coração que um dia — um único dia — pudesse se juntar à equipe voadora do Papai Noel.

Todos os dias, Rubi treinava seus voos com muito empenho, na esperança de que o Papai Noel um dia o notasse.

Todos os dias, Rubi treinava seus voos com muito empenho, na esperança de que o Papai Noel um dia o notasse. Então, numa gélida noite, a véspera de Natal, Rubi ouviu um grande alvoroço na praça da aldeia. O Papai Noel havia chegado em seu trenó… mas uma de suas renas machucara a perna e não conseguia voar.

O Papai Noel parecia preocupado.

O Papai Noel parecia preocupado. — Preciso de mais um ajudante para entregar os presentes esta noite — anunciou ele. O coração de Rubi bateu forte como um floco de neve no vento. Era a sua chance! Reunindo toda a sua coragem, ele deu um passo à frente e disse: — Papai Noel, eu posso ajudar!

Continue lendo no aplicativo

A segunda metade da história, com ilustrações e sem internet.

Testar de graça

Aponte a câmera para abrir no celular

Mais histórias