O Gatinho e o Galinho

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O Gatinho e o Galinho, conto popular ucraniano para ler para as crianças. O gato avisa toda manhã: não se debruce. E o galo se debruça.

Era uma vez um gatinho e um galinho.

Era uma vez um gatinho e um galinho. Moravam numa casinha na beira do vilarejo: o gato ia trabalhar na floresta e o galo ficava em casa, varria, acendia o fogo e esperava.

Toda manhã o gato pegava a sacola dele e dizia da porta: — Eu vou, e você fique caladinho.

Toda manhã o gato pegava a sacola dele e dizia da porta: — Eu vou, e você fique caladinho. A raposa vai vir, vai te chamar — não se debruce na janela. — Não me debruço — dizia o galo.

No primeiro dia a raposa veio, sentou embaixo da janela e cantou com voz fininha: — Galinho, irmãozinho, se debruce na…

No primeiro dia a raposa veio, sentou embaixo da janela e cantou com voz fininha: — Galinho, irmãozinho, se debruce na janelinha, que eu te dou uma ervilhinha. O galo aguentou um pouco. Depois se debruçou.

A raposa agarrou o galo e o levou pela floresta.

A raposa agarrou o galo e o levou pela floresta. E o galo gritou com toda a força: — Gatinho, irmãozinho, a raposa está me levando pela floresta escura, pelos rios fundos, pelas montanhas altas! O gato ouviu do outro lado do riacho.

Ele a alcançou, tirou o galo dela e o levou para casa.

Ele a alcançou, tirou o galo dela e o levou para casa. O galo se sentou no banco e ficou olhando o chão. — Eu avisei — disse o gato, e não disse mais nada, porque dizer duas vezes não serve de nada.

Na manhã seguinte o gato disse outra vez da porta: — Não se debruce na janela.

Na manhã seguinte o gato disse outra vez da porta: — Não se debruce na janela. — Não me debruço — disse o galo, e naquela vez disse a sério.

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Fonte do texto: Conto popular ucraniano, em domínio público. O texto foi escrito de novo para o Marytale — não é a reimpressão da tradução de ninguém.

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