O gato Bruno e as lanterninhas de estrelas

  • 8-10 min de leitura
  • 19 páginas

Toda noite, o gato Bruno parte em sua viagem muito especial: ele pendura pequenas lanterninhas de estrelas para encher a floresta de aconchego e calma. Sob a luz delas, os bichinhos adormecem tranquilos e seguros. Mas numa certa noite uma das lanterninhas desaparece, e Bruno segue um rastro de pegadinhas para desvendar o mistério. Uma história ternurenta sobre cuidado, sobre partilhar a luz e sobre a força silenciosa da bondade, que nos lembra que a luz do coração sempre encontra o caminho até um amigo.

Toda noitinha, quando o sol se escondia atrás das colinas e o crepúsculo macio abraçava a floresta, o gato Bruno partia em…

Toda noitinha, quando o sol se escondia atrás das colinas e o crepúsculo macio abraçava a floresta, o gato Bruno partia em sua viagem mágica.

Nas patinhas fofinhas ele carregava um pequeno saquinho de linho, cheio até a boca de lanterninhas de estrelas reluzentes.

Nas patinhas fofinhas ele carregava um pequeno saquinho de linho, cheio até a boca de lanterninhas de estrelas reluzentes. Caminhando com cuidado pelas trilhas sinuosas da floresta, Bruno pendurava aquelas luzinhas nos galhos das árvores, para que iluminassem as tocas aconchegantes e dessem a todos os moradores da floresta sonhos tranquilos e doces.

Os bichos esperavam por Bruno cheios de ansiedade.

Os bichos esperavam por Bruno cheios de ansiedade. Para eles, ele era um verdadeiro mago. Suas lanterninhas enchiam a floresta de um brilho quentinho, capaz de aquecer os corações até nas noites mais escuras.

Os ursinhos Rubi e Max, dois curiosos irrequietos de orelhinhas macias e barriguinhas redondas engraçadas, adoravam se…

Os ursinhos Rubi e Max, dois curiosos irrequietos de orelhinhas macias e barriguinhas redondas engraçadas, adoravam se aconchegar de noite no cobertor quentinho junto à janela e observar uma lanterninha de estrelas piscar baixinho no galho. Sua luz lembrava a eles as noites de verão, quando a mamãe ursa os embalava com carinho, cantarolando uma cançãozinha suave.

O ouriço Rui, um pequeno viajante espinhento, estava sempre à procura de um cantinho onde pudesse se enroscar em paz.

O ouriço Rui, um pequeno viajante espinhento, estava sempre à procura de um cantinho onde pudesse se enroscar em paz. E era justamente sob a luz de uma lanterninha que ele se sentia melhor de tudo, ali onde o brilho suave roçava as folhas e as sombras pareciam sussurrar uma canção de ninar. Parecia que a floresta inteira prendia a respiração, saboreando a luz que envolvia cada galho e cada trilhazinha.

A coruja Glória, sábia guardiã da floresta noturna, sentada em seu galho preferido, vigiava com atenção para que nenhuma…

A coruja Glória, sábia guardiã da floresta noturna, sentada em seu galho preferido, vigiava com atenção para que nenhuma luzinha se apagasse antes da hora, pois acreditava que cada uma delas era um pedacinho da calma de que a floresta tanto precisava à noite.

Numa certa noite, quando Bruno já terminava sua viagem, seu olhar parou no grande carvalho onde moravam os esquilinhos Lili e…

Numa certa noite, quando Bruno já terminava sua viagem, seu olhar parou no grande carvalho onde moravam os esquilinhos Lili e Jaco. Ali, onde de costume piscava uma pequena lanterninha, agora estava tudo escuro.

Era a lanterninha preferida dos esquilinhos, e ela havia sumido.

Era a lanterninha preferida dos esquilinhos, e ela havia sumido. — Que coisa estranha! — preocupou-se Bruno. — Onde será que ela foi parar?

Sem perder nem um minuto, Bruno saiu à procura.

Sem perder nem um minuto, Bruno saiu à procura. Vasculhou as clareiras, espiou embaixo dos arbustos, procurou entre as folhas caídas, mas a lanterninha parecia ter se dissolvido no silêncio da noite.

Continue lendo no aplicativo

A segunda metade da história, com ilustrações e sem internet.

Testar de graça

Aponte a câmera para abrir no celular

Mais histórias