A casa onde mora o amor

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Num vilarejo verdinho, entre rios calmos e carvalhos bem altos, vive a família Moreira, unida e cheia de carinho. Quando o papai parte numa longa viagem pela mata funda, cada um dos filhos descobre seu jeito de ajudar, de cuidar e de manter a casa quentinha de alegria. Uma história terna sobre apoiar uns aos outros e sobre o maior tesouro que existe: uma família que se ama.

Num vilarejo lindo, cercado de rios calmos e velhos carvalhos bem altos, morava uma família chamada os Moreira.

Num vilarejo lindo, cercado de rios calmos e velhos carvalhos bem altos, morava uma família chamada os Moreira.

Eram dois pais de coração enorme, Ana e João, e seus três filhos: Emília, Jacó e a pequena Sofia.

Eram dois pais de coração enorme, Ana e João, e seus três filhos: Emília, Jacó e a pequena Sofia. Em toda a redondeza, os Moreira eram conhecidos pela união e pela bondade.

Numa manhã clara de primavera, João — que trabalhava como guarda-florestal — precisou partir numa longa viagem, para bem, bem…

Numa manhã clara de primavera, João — que trabalhava como guarda-florestal — precisou partir numa longa viagem, para bem, bem longe, no fundo da mata. Todos entendiam como o trabalho dele era importante. Mas ah, como sentiam saudade cada vez que ele viajava!

Antes de partir, João deu a cada filho uma tarefa especial, para que ajudassem a mamãe e mantivessem a família unida enquanto…

Antes de partir, João deu a cada filho uma tarefa especial, para que ajudassem a mamãe e mantivessem a família unida enquanto ele estivesse fora.

A Emília, a mais velha, coube cuidar da horta.

A Emília, a mais velha, coube cuidar da horta. Ela adorava as flores coloridas e os legumes fresquinhos que cultivavam. Todos os dias passava horas regando, arrancando o mato e cuidando de cada cantinho.

A Jacó, o do meio, coube cuidar dos animais.

A Jacó, o do meio, coube cuidar dos animais. Os Moreira tinham algumas galinhas tagarelas, um cachorro brincalhão chamado Faísca e um gato velho e sábio chamado Bigode. Jacó alimentava todos, corria com o Faísca e nunca esquecia um carinho no Bigode.

A Sofia ainda era bem pequenininha, mas tinha um coração enorme.

A Sofia ainda era bem pequenininha, mas tinha um coração enorme. A tarefa dela era deixar todo mundo feliz. Ela pintava desenhos alegres e coloridos, cantava musiquinhas engraçadas e dava os abraços mais quentinhos de todos.

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