A esquilinha Avelã e o desconhecido cinzento

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  • 11 páginas

Numa floresta onde os galhos sussurram histórias, mora uma esquilinha chamada Avelã: alegre, curiosa e amiga de cada folha e de cada graveto. Mas numa manhã como outra qualquer, um estranho desconhecido cruza o seu caminho, e um simples passeio se transforma numa prova de coragem e cuidado. Esta história carinhosa vai ajudar os pequenos leitores a cuidar de si mesmos e a confiar apenas nos adultos que conhecem de verdade.

Era uma vez uma esquilinha chamada Avelã, e ela conhecia cada galho e cada buraquinho de toda a sua floresta verde.

Era uma vez uma esquilinha chamada Avelã, e ela conhecia cada galho e cada buraquinho de toda a sua floresta verde. Era alegre, brincalhona e muito amiga: cumprimentava todo mundo e dava um sorriso brilhante a cada bichinho que encontrava pelo caminho.

Numa manhã de sol, Avelã saiu para a clareira a fim de juntar bolotas.

Numa manhã de sol, Avelã saiu para a clareira a fim de juntar bolotas. Antes de ir, a mamãe a avisou com carinho: — Não fale com estranhos, minha pequena. Se alguém te chamar, não responda. Corra logo para casa ou procure um adulto que você conheça. — Está bem, mamãe! — cantarolou Avelã, e saiu saltitando entre as árvores.

Quando Avelã já tinha enchido o seu gorrinho de bolotas, um grande lobo cinzento espiou de repente por trás dos arbustos.

Quando Avelã já tinha enchido o seu gorrinho de bolotas, um grande lobo cinzento espiou de repente por trás dos arbustos. Ele usava um chapéu e óculos escuros, e numa das patas segurava uma bala.

— Olá, esquilinha! — sibilou o lobo com uma voz doce. — Quer saber um segredo? Encontrei um esconderijo cheio de balas… uma…

— Olá, esquilinha! — sibilou o lobo com uma voz doce. — Quer saber um segredo? Encontrei um esconderijo cheio de balas… uma montanha inteira! Venha, eu te mostro. Pegue quantas quiser!

Avelã ficou surpresa: — Mas eu nem conheço você…

Avelã ficou surpresa: — Mas eu nem conheço você… — Só que eu sei que você é uma esquilinha muito esperta e muito boazinha! — sorriu o lobo, estendendo a pata com a bala.

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