A Macaquinha Mia e as Mãos Limpinhas

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  • 18 páginas

Na floresta é sempre uma alegria, ainda mais quando a levada da Mia está por perto! Mas um dia a sua banana favorita quase deu um belo problema. Por sorte, o sábio papagaio Paco sabe muito bem como espantar os micróbios e guardar a boa disposição. Esta história divertida ensina às crianças por que ter as mãos limpinhas é um verdadeiro superpoder da saúde.

Na floresta, entre cipós fechados e flores de todas as cores, morava uma macaquinha muito alegre chamada Mia.

Na floresta, entre cipós fechados e flores de todas as cores, morava uma macaquinha muito alegre chamada Mia. O que ela mais gostava era de brincar na areia fofinha à beira do rio: construir torres, cavar buracos e procurar conchinhas brilhantes.

Um dia, depois de brincar por horas, Mia tirou da sua bolsinha uma banana amarela e bem madura.

Um dia, depois de brincar por horas, Mia tirou da sua bolsinha uma banana amarela e bem madura. Ela já ia dar uma bela mordida quando, de repente, lá do alto de um galho, soou uma voz alegre…

— Ei, sua pequena travessa!

— Ei, sua pequena travessa! — gritou o papagaio Paco, colorido como um arco-íris. — O que você está aprontando?

— Vou comer a minha banana — respondeu Mia, piscando os olhinhos.

— Vou comer a minha banana — respondeu Mia, piscando os olhinhos. — E o que é que tem de estranho nisso? Paco abriu as asas e virou a cabeça de um lado para o outro.

— Olha só para as suas mãozinhas!

— Olha só para as suas mãozinhas! Cheias de areia, e ali tem um monte de… micróbios! — Micro… quem? — espantou-se a macaquinha.

— Micróbios! — proclamou Paco, muito sério. — São uns bichinhos pequenininhos e invisíveis. Eles podem estragar o apetite e…

— Micróbios! — proclamou Paco, muito sério. — São uns bichinhos pequenininhos e invisíveis. Eles podem estragar o apetite e até te dar uma bela dor de barriga!

Mia caiu na risada. — Ah, para com isso, Paco, eu não vejo nenhum! — Pois é, e eu também não vejo você comendo banana…

Mia caiu na risada. — Ah, para com isso, Paco, eu não vejo nenhum! — Pois é, e eu também não vejo você comendo banana escondida de noite… mas eu sei que come! — piscou o papagaio, matreiro.

A macaquinha deu uma risadinha, mas guardou bem a banana.

A macaquinha deu uma risadinha, mas guardou bem a banana. — Está bem, então me conta como se faz direito. Paco chegou mais perto, cruzou uma asa atrás da outra e falou como um verdadeiro professor.

— Antes de comer, sempre é preciso lavar as mãos.

— Antes de comer, sempre é preciso lavar as mãos. Primeiro você molha as mãozinhas. Depois pega o sabonete e faz espuma por pelo menos vinte segundos: mais ou menos o tempo de cantar três vezes «Ha-ha-ha, minha bananinha!»

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