Zebi e as regras para atravessar a rua

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Numa cidadezinha cheia de vida mora uma zebra muito especial chamada Zebi, que todos os dias cuida para que as crianças atravessem a rua com segurança. Mas o que fazer quando alguém se acha rápido demais para parar? Esta história alegre e cheia de sabedoria ensina aos pequeninos as principais regras para atravessar com segurança e mostra que a verdadeira coragem é ter cuidado e prestar atenção.

Numa cidadezinha cheia de vida morava uma pequena zebra chamada Zebi.

Numa cidadezinha cheia de vida morava uma pequena zebra chamada Zebi. Isso mesmo, uma zebra de verdade! Só que não era uma zebra qualquer: ela não corria pela savana, e sim morava ao lado de uma escola e trabalhava… de faixa de pedestres!

Pois é: ela era aquela mesma travessia que ajuda as crianças a passarem para o outro lado.

Pois é: ela era aquela mesma travessia que ajuda as crianças a passarem para o outro lado. Toda manhã estendia suas listras pretas e brancas bem esticadas no asfalto e ligava a sua voz mais encantadora.

— Podem passar, crianças!

— Podem passar, crianças! Em cima das listras é bem seguro! Não corram, não pulem, não andem de patinete até os carros pararem! E todos ouviam a Zebi. Todos, menos um…

O nome dele era Tomás.

O nome dele era Tomás. Um pequeno levado, com a cabeça cheia de cachos e uma mochila engraçada em forma de dinossauro.

Tomás estava convencido de que era «superveloz, como um foguete», então um dia resolveu atravessar a rua sozinho, sem esperar…

Tomás estava convencido de que era «superveloz, como um foguete», então um dia resolveu atravessar a rua sozinho, sem esperar o sinal verde do semáforo.

— Tomás, pare! — gritou Zebi, balançando as suas listras. — Ainda vêm carros vindo! — Ah, deixa disso, Zebi! Eu sou rápido…

— Tomás, pare! — gritou Zebi, balançando as suas listras. — Ainda vêm carros vindo! — Ah, deixa disso, Zebi! Eu sou rápido como um raio — zuum! — e já estou do outro lado da rua! — respondeu o menino, e saiu correndo.

Mas de repente… Iiiiii! Uma freada brusca, um motorista assustado, uma nuvem de poeira, um grito. — Você queria virar uma…

Mas de repente… Iiiiii! Uma freada brusca, um motorista assustado, uma nuvem de poeira, um grito. — Você queria virar uma panqueca em cima do meu capô? — apareceu um taxista chamado seu Estêvão. — Não se faz isso!

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