Pipo, o pombo brincalhão
- 6-7 min de leitura
- 11 páginas
Num parque alegre, onde sempre há burburinho e risadas, vive um pombo travesso chamado Pipo, que adora assustar os visitantes. Mas, quando suas brincadeiras fazem todo mundo ir embora, o parque fica estranhamente silencioso, e Pipo precisa encontrar um jeito mais gentil de trazer a alegria de volta. Um conto luminoso e cheio de ternura sobre generosidade e a força surpreendente de um pequeno gesto bondoso.

Era uma vez, numa cidadezinha cheia de vida, um parque alegre repleto de flores lindas, árvores altas e trilhas que serpenteavam de um lado para o outro. Ali viviam muitos animais, mas o mais travesso de todos era um pombo chamado Pipo.

Pipo adorava pregar peças nas pessoas que visitavam o parque. Sua brincadeira favorita era se esconder nos arbustos, ao lado da trilha mais movimentada, e assustar quem passava sem desconfiar de nada. Ele esperava, com muita paciência, o momento perfeito e, de repente, batia as asas para todo mundo dar um pulo de susto.

Num dia ensolarado, Pipo estava pousado num galho, observando o parque em busca da próxima vítima. Ele avistou um casal caminhando de mãos dadas. Assim que os dois se aproximaram do seu esconderijo, Pipo bateu as asas e soltou um arrulho bem alto. O casal deu um grito, depois caiu na risada, olhando para todos os lados para descobrir de onde vinha aquele barulho. — Peguei vocês! — pensou Pipo, rindo baixinho por trás do bico.

As peças de Pipo continuavam sem parar, cada uma mais esperta que a outra. Ele adorava todas as reações: às vezes gargalhadas, às vezes pulinhos de susto. Mas, pouco a pouco, os visitantes começaram a desconfiar daqueles barulhos misteriosos e a evitar as trilhas onde Pipo gostava de se esconder.

Certa tarde, enquanto o sol se punha no horizonte e banhava o parque com um brilho dourado, Pipo notou um silêncio incomum. De repente, ele entendeu que suas travessuras haviam espantado justamente as pessoas que enchiam o parque de vida e alegria. Com o coração pesado, Pipo decidiu consertar tudo.
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A segunda metade da história, com ilustrações e sem internet.

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