O cavaleiro Tomás e o dragão da montanha

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Num reino sempre verde, entre picos de névoa e florestas que sussurram, vive o cavaleiro Tomás, tão corajoso quanto bondoso. Quando um dragão temível põe fogo nos campos, todos esperam uma batalha… mas Tomás traz consigo algo mais forte do que qualquer espada: um coração que sabe escutar. Uma história calorosa sobre coragem, compaixão e a força silenciosa da paz.

Num reino tão verde que parecia feito de primavera, cercado por florestas profundas e montanhas que tocavam as nuvens, vivia…

Num reino tão verde que parecia feito de primavera, cercado por florestas profundas e montanhas que tocavam as nuvens, vivia um valente cavaleiro chamado Tomás. Por toda a terra se falava de sua coragem — e, com a mesma frequência, de sua bondade. Tomás montava um nobre cavalo chamado Trovão, um fiel corcel de pelagem negra como a noite.

Certa manhã, um dragão terrível chamado Brasa despertou de um sono que durara cem anos e começou a aterrorizar o reino.

Certa manhã, um dragão terrível chamado Brasa despertou de um sono que durara cem anos e começou a aterrorizar o reino. Seu sopro de fogo queimava os campos, e uma só pancada de sua cauda poderosa derrubava as casas. Tremendo de medo, os aldeões correram até o cavaleiro Tomás e imploraram por ajuda.

Sem hesitar um instante, o cavaleiro selou Trovão e partiu rumo ao covil do dragão, nas Montanhas da Névoa.

Sem hesitar um instante, o cavaleiro selou Trovão e partiu rumo ao covil do dragão, nas Montanhas da Névoa. A viagem foi longa e difícil, por trilhas íngremes e pedregosas, mas o coração de Tomás permaneceu firme como a rocha. No fundo, ele sabia que precisava proteger o seu povo.

Ao se aproximar do covil, Brasa soltou um rugido tão alto que a terra inteira estremeceu.

Ao se aproximar do covil, Brasa soltou um rugido tão alto que a terra inteira estremeceu. O cavaleiro desceu de Trovão, desembainhou sua espada reluzente e exclamou com coragem: — Brasa! Eu sou o cavaleiro Tomás, e vim pôr fim ao seu terror!

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